O Andbank e a Brown-Forman promoveram nesta quinta-feira, 14, o evento de lançamento do primeiro capítulo da Women Presidents Organization (WPO) em São Paulo. Fundada há 25 anos nos Estados Unidos, a organização tem como objetivo combater o isolamento das CEOs por meio “da força da vulnerabilidade e da sabedoria coletiva”. Para isso, ela permite que mulheres líderes se encontrem, troquem ideias construtivas e recebam apoio para liderar melhor.

Luciana Giudice Barrella, presidente do capítulo WPO São Paulo, explicou em seu discurso que a chegada da iniciativa ao país representa o reconhecimento de empresárias brasileiras que já possuem faturamento na casa dos milhões e que merecem um espaço estratégico entre pares (peer-to-peer). “Estamos falando de empresárias que geram empregos, movimentam cadeias produtivas e influenciam o futuro da economia”, afirma.

Na prática, quando um capítulo da WPO chega a uma nova cidade — nesse caso, São Paulo —, 15 mulheres CEOs são selecionadas para integrar o projeto, cada uma pertencente a um setor industrial diferente, para não existir concorrência. Os pré-requisitos consistem em: estar na liderança de sua empresa, ser a principal tomadora de decisões e ser acionista desta empresa. A companhia, por sua vez, precisa ter faturamento anual superior a 1 milhão de dólares, no caso de serviços, ou 2 milhões de dólares, no caso de produtos.

Quem analisa as inscrições das candidatas, que são enviadas por meio do site oficial da WPO, e quem as escolhe é a presidente do capítulo da determinada cidade. A vaga é assegurada com o pagamento de 2 mil dólares, que representam a inscrição anual. Com a equipe formada, as líderes se reúnem mensalmente, de forma estritamente confidencial, a fim de exporem os temas e desafios de suas respectivas empresas. A ideia é compartilharem suas próprias experiências para se agregarem umas com as outras.

“É muito mais do que fazer negócios, é sobre o crescimento e desenvolvimento da empresária por meio da vulnerabilidade compartilhada com suas pares”, descreve Luciana. Para a presidente, o aconselhamento mútuo para mulheres nesses níveis de liderança faz com que o impacto vá muito além delas. “Ele alcança sua família, sua equipe, seus colaboradores e as comunidades ao redor do seu negócio. Quando essas empresas crescem, elas geram empregos, fortalecem as economias locais e contribuem de forma significativa para a economia nacional.”



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