O CEO do instituto AtlasIntel, Andrei Roman, afirmou nesta segunda-feira (8/6) que a empresa continuará a se consolidar, apesar das críticas recebidas após a suspensão, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da divulgação de uma pesquisa que apontava queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Conforme mostrou a coluna, o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, suspendeu a divulgação do levantamento, divulgado em 19 de maio, por entender que havia indícios de manipulação.

Roman reagiu à decisão em publicação no X e afirmou que “muitos tentaram atacar a reputação [da empresa] quando os resultados não lhes convinham”.

“Quando mostramos Bolsonaro e Trump fortes em 2022, fomos atacados pela esquerda. Quando antecipamos a derrota de Orban na Hungria, fomos atacados pela direita. A reputação se constrói lentamente, a partir de um trabalho árduo”, escreveu.

O executivo prosseguiu: “A realidade que se impõe hoje é que não existe uma empresa de pesquisa em nível global com a trajetória que a AtlasIntel construiu. Depois de cada ataque injusto, a AtlasIntel se consolidou ainda mais, e é justamente isso que vai continuar acontecendo”.

Nunes Marques atendeu a um pedido do Partido Liberal (PL), legenda de Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Palácio do Planalto nas eleições de 2026.

Na decisão, o presidente do TSE ressaltou que a controvérsia levantada “não se limita à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da AtlasIntel, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado, especialmente em razão da ordem sequencial das perguntas e do emprego de expressões de carga valorativa negativa”.



Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *