
A viagem da Seleção Brasileira aos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026 acabou desviando as atenções do futebol para a moda devido à roupa usada pelos jogadores. O visual se assemelha mais com pijamas e macacões de mecânico do que com um uniforme convencional para a Seleção rumo a um Mundial.
Por trás da peça controversa está o estilista Ricardo Almeida, responsável pelos trajes da delegação brasileira pela terceira Copa do Mundo consecutiva. O designer já havia assinado os uniformes de viagem da equipe nos Mundiais de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Nascido em São Paulo, Almeida ganhou projeção nacional na década de 1990 e construiu uma carreira voltada à alfaiataria masculina de luxo, vestindo empresários, artistas, políticos e atletas.
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Para a Seleção de 2026, Almeida apostou em um visual mais leve, “descontraído” e funcional. Os jogadores receberam um modelo conhecido como “caban”, enquanto a comissão técnica ganhou uma versão mais formal, com paletó, camisa e gravata. A proposta foi pensada para oferecer conforto e adaptação às condições climáticas da América do Norte durante o torneio. No entanto, na tentativa de modernizar, acabou virando motivo de piada.
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