As exportações brasileiras por carga aérea cresceram 43% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, somando US$ 5,8 bilhões em valor de mercadorias embarcadas. Os dados são do Painel de Indicadores da Carga Aérea, do Ministério de Portos e Aeroportos.

O ministério informa, ainda, que os principais destinos das exportações aéreas brasileiras foram Estados Unidos, Canadá e Suíça, que concentraram 48,3% do valor. Entre os produtos de maior relevância estão farmacêuticos, máquinas, eletrônicos e cargas de alto valor agregado. 

Ao todo, o modal movimentou 308,7 mil toneladas no Brasil entre janeiro e março, considerando operações domésticas e internacionais. 

No mercado internacional, a carga aérea somou 207,5 mil toneladas, resultado estável ante o mesmo período do ano anterior. As aeronaves cargueiras movimentaram 99,5 mil toneladas, alta de 10,9%, enquanto as aeronaves mistas transportaram 107,9 mil toneladas, retração de 9,3%. 

No mercado doméstico, a movimentação totalizou 101,2 mil toneladas, queda de 1,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025.  

Apesar do recuo, o transporte feito por aeronaves cargueiras cresceu 18,3%, para 39,8 mil toneladas. Já as aeronaves mistas, que transportam passageiros e cargas, movimentaram 61,4 mil toneladas, queda de 11,2%.

*Sob supervisão de Jenifer Ribeiro



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