O longa-metragem “Fjord”, do diretor Cristian Mungiu, conquistou a Palma de Ouro durante o 79º Festival de Cannes neste sábado (23). O principal prêmio da noite contou com a presença de nomes renomados e consagrados do circuito do audiovisual internacional.

O prêmio se tornou a segunda Palma de Ouro do diretor romeno, que levou o título pela primeira vez em 2008 com o filme “4 Meses, 3 Semanas e Dias”. Além disso, a distribuidora do filme, NEON, levou a sétima Palma de Ouro.

O prêmio se tornou a segunda Palma de Ouro do diretor romeno, que levou o título pela primeira vez em 2008 com o filme “4 Meses, 3 Semanas e Dias”. Além disso, a distribuidora do filme, NEON, levou a sétima Palma de Ouro.

A obra de Mungiu concorria ao lado de tramas como “All of a Sudden”, de Ryusuke Hamaguchi; “Sheep in the Box”, de Hirokazu Kore-eda; “Parallel Tales”, de Asghar Farhadi; e “Paper Tiger”, de James Gray, que tem a produção assinada pelo brasileiro Rodrigo Teixeira.

“Fjord”

O longa-metragem conta a história da família Gheorghiu, formada por um casal romeno e seus cinco filhos. Eles se mudam para uma cidade da Noruega e tentam se adaptar para criar os filhos com hábitos religiosos e conservadores.

Após a mudança, as crianças passam a estreitar a relação com vizinhos, que estudam na mesma escola. No entanto, a família começa a levantar suspeitas após uma das crianças aparecer com sinais de agressões.

Além de debater temas como educação, religião e proteção infantil, a narrativa apresenta questões ligadas à imigração e ao choque cultural.

Confira a lista completa dos vencedores do Festival de Cannes 2026:

  • Palma de Ouro
    Fjord, de Cristian Mungiu
  • Grand Prix
    Minotaur, de Andrey Zvyagintsev
  • Prêmio do Júri
    The Dreamed Adventure, de Valeska Grisebach
  • Melhor direção
    Javier Calvo e Javier Ambrossi, por La Bola Negra
    Pawel Pawlikowski, por A Terra do Meu Pai
  • Melhor atriz
    Virginie Efira e Tao Okamoto, por All of a Sudden
  • Melhor ator
    Emmanuel Macchia e Valentin Campagne, por Coward
  • Melhor roteiro
    Emmanuel Marre, por Notre Salut
  • Câmera de Ouro
    Ben’imana, de Marie Clémentine Dusabejambo



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