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A Victoria’s Secret anunciou que a partir de 2 de junho vai mudar o seu código de ações na Bolsa de Nova York – de VSCO para VSXY. A ideia é voltar a ter a imagem de uma loja de roupas íntimas sexy. Nos últimos anos, eles adotaram a ideia de body positive e inclusão, o que acabou afetando os negócios.
A CEO da marca, Hillary Super, afirma que eles estão orgulhosos da mudança e assumindo quem realmente são. “Sexy sempre fez parte do nosso DNA. O que mudou foi a forma intencional como estamos assumindo isso”, declarou ao The Wall Street Journal. O primeiro movimento foi ano passado, com a volta do desfile e das Angels.
Hillary assume que foram influenciados pelas ideias progressistas que dominaram o mundo na última década. Eles deixaram os padrões de beleza de lado e apostaram em ‘corpos reais’. Além de peças mais confortáveis e menos glamourosas, pelo que eram conhecidos. “A marca ficou um pouco diluída. Muitas decisões foram tomadas por medo”, conta.
O antigo CEO Martin Waters admite que foi um erro e teve um custo alto. “Na época em que assumi, a Victoria’s Secret era vista como inadequada e vulgar, e precisávamos corrigir esses erros. Agora, os tempos mudaram e eu apoio o que Hillary está fazendo”.