O Ministério das Relações Exteriores de Israel disse, nesta quarta-feira (20/5), ter transferido 430 ativistas da flotilha de Gaza para seu território. “Esta frota provou, mais uma vez, ser nada mais do que uma manobra de relações públicas a serviço do Hamas”, disse.

A flotilha Global Sumud, composta por 50 navios, foi interceptada na segunda-feira (18/5) por forças israelenses na costa do Chipre.

O objetivo da iniciativa era levar ajuda humanitária a Gaza. “A ocupação israelense novamente interceptou ilegalmente e violentamente nossa frota internacional de navios humanitários e raptou nossos voluntários enquanto eles realizam uma missão legítima para romper o cerco ilegal a Gaza e abrir um corredor humanitário”, disse a organização da flotilha pelas redes sociais.

Entre os integrantes da flotilha estão três brasileiros: Ariadne Teles, Thainara Rogério e Beatriz Moreira de Oliveira, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Na segunda-feira (18/5), o Itamaraty, em nota conjunta com Bangladesh, Colômbia, Espanha, Indonésia, Jordânia, Líbia, Maldivas, Paquistão e Turquia, condenou o que chamou de “atos hostis contra embarcações civis e ativistas humanitários”.

“Os Ministros expressam séria preocupação com a segurança e a integridade dos participantes civis da flotilha e demandam a libertação imediata de todos os ativistas detidos, assim como pleno respeito a seus direitos e a sua dignidade”, disse.

 

 



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