O Zoológico de Brasília reinaugurou, na manhã deste sábado (16/5), o Museu de Ciências Naturais, um espaço que guarda a memória do local e que estava fechado desde 2022.

O diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto, considera a reabertura do museu uma “conquista gigante” e já prevê novas intervenções. “Tem muita coisa boa vindo “, projeta.

Esqueleto da elefante-asiática Nely, primeira habitante do Zoo de Brasília
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Esqueleto da elefante-asiática Nely, primeira habitante do Zoo de Brasília

Willian Matos/Metrópoles

Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no zoológico até 2018
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Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no zoológico até 2018

Willian Matos/Metrópoles

O Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília estava fechado desde 2022
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O Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília estava fechado desde 2022

Willian Matos/Metrópoles

O Museu de Ciências Naturais conta com quase 200 peças biológicas em diferentes estados anatômicos de conservação, incluindo animais taxidermizados (com peles preservadas), materiais em meio líquido e esqueletos. Entre eles o da elefante-asiática Nely, primeira habitante do Zoo de Brasília.

Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no zoológico até 2018.

Além do museu, o principal banheiro do Zoológico foi reaberto neste sábado (16/5). “Conseguimos concluir este objetivo, que foi a entrega do museu, do conjunto de banheiros e de toda a cerca externa”, elencou.

Uma quadra esportiva também foi inaugurada.

O secretário de Meio Ambiente, Rafael Santana, ressaltou a importância do Zoológico como ambiente de memória familiar.

“Quando a gente vem aqui, lembra dos momentos com nossos pais e amigos e se emociona ao visitar cada local. Com esse Museu de Ciências Naturais, não vai ser diferente. Que lugar incrível”, comentou.

A secretária da Mulher, Gisele Ferreira, também marcou presença e aproveitou para levar a mãe. “Quando visitamos um espaço como esse, temos a oportunidade de contato com a natureza, e esse conhecimento transforma”, pontuou.



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