Belo Horizonte  – Após o ex-governador Romeu Zema (Novo) ter sido denunciado pela PGR por suposta calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a sigla do pré-candidato mineiro à presidência promove seu encontro estadual em Minas, neste sábado (16/5), em tom crítico à Suprema Corte.

Aliada de Zema, a pré-candidata a deputada federal Bárbara Botega reforçou, em entrevista ao Metrópoles, um compromisso com mudanças profundas no sistema político brasileiro, com ênfase na reforma do Judiciário.

MG: aliada de Zema critica “ditadura do Judiciário” em evento do Novo - destaque galeria

Encontro do Novo mineiro em BH
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Encontro do Novo mineiro em BH

Daniel Galera/Metrópoles

Bárbara Botega (ao centro)
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Encontro estadual do Novo em MG
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Encontro estadual do Novo em MG

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Ex-secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega deixou o cargo no fim de março para se dedicar à pré-candidatura pelo Novo. No encontro partidário, ela defendeu a necessidade de levar “moralidade” a Brasília e de ter “a coragem de fazer o que é certo”, posicionando-se como uma voz alinhada aos princípios liberais do partido e ao governador Romeu Zema.

Sobre o Judiciário, Bárbara foi enfática: “O STF passou há muito tempo do limite. Vivemos uma ditadura da toga e precisamos ter coragem para enfrentar os figurões que intimidam e constrangem a democracia”.

Segundo ela, decisões recentes do Supremo demonstram um posicionamento político preocupante, com viés ideológico evidente. “As últimas escolhas deixam isso muito claro, ex-advogados de presidentes… A candidatura [de Jorge] Messias, ameaças que demonstram que o Supremo tem um viés ideológico importante, que reforça a necessidade de reforma nas carreiras jurídicas do alto escalão”, afirmou.

A pré-candidata defendeu que a Justiça e a Polícia devem trabalhar pelo povo, e não para perseguição política. “Acho que as decisões têm mostrado um posicionamento político preocupante”, completou.

Sobre Flávio Bolsonaro e o Master

Sobre investigações do Caso Master, ela defendeu que “investigação dói a quem doer” e que “todos têm que ser investigados”. Referindo-se ao caso recente envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, Bárbara afirmou que “os fatos têm que ser elucidados” e que “o Flávio tem que se colocar à disposição para esclarecer”.



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