O cantor Ed Motta presta depoimento nesta terça-feira (12) na 15ª DP (Gávea), no Rio de Janeiro, no âmbito da investigação sobre uma confusão ocorrida no restaurante Grado, na Zona Sul da capital fluminense.

O artista é investigado por injúria por preconceito após um funcionário do estabelecimento afirmar à polícia ter sido vítima de xenofobia, após ter sido chamado de “paraíba” durante o episódio registrado no último dia 2. O crime prevê pena de um a três anos de reclusão. Testemunhadas corroboraram com o relato.

Ed Motta chegou à delegacia antes das 11h. Na semana passada, ele havia sido intimado, mas informou que estava viajando e não compareceu para depor.

Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o cantor levantando da mesa e arremessando uma cadeira durante uma discussão, sem atingir ninguém. Segundo relatos reunidos pelos investigadores, o desentendimento começou entre pessoas da mesa do artista e funcionários do restaurante e, posteriormente, envolveu clientes de uma mesa vizinha.

Depoimentos e imagens analisados pela polícia apontam que um frequentador teria sido atingido com uma garrafada e um soco. Ele registrou ocorrência após receber atendimento médico no hospital.

A investigação apura dois possíveis crimes. No caso da suposta agressão física contra um cliente da mesa ao lado, Ed Motta é tratado como testemunha. Já no inquérito sobre injúria por preconceito, o cantor figura como investigado.

Em nota, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro informou que as investigações seguem em andamento.

A CNN Brasil tenta contato com a defesa do artista. O espaço segue aberto.



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