Em 26 de maio de 2026, o empresário e conferencista uruguaio Gustavo Zerbino compartilhará, em Brasília, uma das histórias de sobrevivência mais extraordinárias já registradas: os 72 dias que ele e outros sobreviventes passaram presos na Cordilheira dos Andes após a queda do Voo 571 da Força Aérea do Uruguai em outubro de 1972.

Entre 45 passageiros e tripulantes, Gustavo Zerbino foi um dos 16 que saíram vivos. Hoje, aos 72 anos, ele percorre o mundo como palestrante, levando às plateias corporativas e abertas as lições que aprendeu naquele período que o testou como ser humano. Uma oportunidade única de ouvir, ao vivo, a voz de quem enfrentou o impossível — e voltou para contar.

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O avião decolou de Montevidéu na manhã do dia 12 de outubro, mas o mau tempo forçou um pouso técnico em Mendoza, na Argentina. Na manhã seguinte os pilotos decidiram prosseguir viagem.

Durante a travessia da cordilheira, a aeronave começou a descida antes do tempo, quando ainda estava entre os picos nevados dos Andes.

A aeronave colidiu com a montanha, perdeu as asas e a cauda, e o que restou da fuselagem deslizou por um vale de neve a mais de 3.500 metros de altitude, no chamado Valle de las Lágrimas, na província de Mendoza, na Argentina.

Doze pessoas morreram no impacto imediato. Vinte e nove sobreviveram à queda — mas apenas para encarar um novo e devastador desafio: sobreviver no topo do mundo, sem alimento, sem comunicação com o exterior e sob temperaturas que chegavam a 40 graus negativos à noite.

No dia 23 de outubro, apenas dez dias após a queda, os sobreviventes conseguiram colocar para funcionar um rádio portátil e ouviram a notícia que os destruiu por dentro: as buscas haviam sido oficialmente suspensas. O mundo havia os dado como mortos.

Foi nesse momento que o grupo precisou decidir: desistir ou se tornar os próprios autores da salvação. Eles escolheram o segundo caminho.

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No dia 29 de outubro, uma avalanche atingiu a fuselagem do avião onde os sobreviventes dormiam, matando mais oito pessoas em questão de segundos. O grupo, que já havia encolhido, ficou ainda menor.

Aqueles que restavam precisavam encontrar formas criativas de sobreviver: usavam capas de assentos como cobertores, fabricavam óculos improvisados com plástico da cabine para proteger os olhos do sol refletido na neve e criaram um sistema rudimentar para derreter neve e obter água.

Em 12 de dezembro, Fernando Parrado e Roberto Canessa partiram a pé em busca de ajuda, escalando os Andes com as forças que ainda tinham e atravessando a cordilheira por dez dias até encontrar o tropeiro Sergio Catalán, que acionou as autoridades chilenas.

No dia 23 de dezembro de 1972 — 72 dias após a queda — os helicópteros de resgate chegaram ao vale.

Fotografia colorida mostrando jovens que sobreviveram a acidente de avião nos Andes-Metrópoles

Com o tempo, a história que Zerbino havia vivido ganhou proporções cada vez maiores. Livros, documentários e filmes foram produzidos sobre a tragédia.

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A história de Gustavo Zerbino está chegando a Brasília. No dia 26 de maio de 2026, às 20 horas, o sobrevivente do Milagre dos Andes sobe ao palco do Ulysses Centro de Convenções para uma palestra que promete ser uma das noites mais marcantes do Metrópoles Talks — o projeto de palestras do maior portal de notícias do Brasil.

O que Gustavo Zerbino faz nas palestras não é apenas relembrar o passado — é transformá-lo em ferramenta. A experiência na Cordilheira dos Andes serve de base para reflexões profundas sobre resiliência, liderança em momentos de crise, tomada de decisão sob pressão extrema, solidariedade e o poder dos valores humanos.

Metrópoles Talks com Gustavo Zerbino

Data: 26 de maio de 2026, às 20h
Local: Ulysses Centro de Convenções — Brasília (DF)
Ingressos: Bilheteria Digital



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