O MPF abriu recentemente um procedimento para investigar a atuação da empresa Aracruz Celulose junto ao regime militar de 1964.

O órgão mira a “colaboração e cumplicidade empresarial com o aparato repressivo do período ditatorial” e tem o objetivo de colher provas dos crimes supostamente cometidos pela companhia na ditadura.

O órgão, que já investiga uma série de grandes empresas pelo mesmo tema, quer promover a reparação histórica dos danos causados a vítimas e à sociedade brasileira.

“A investigação acerca da colaboração empresarial com estruturas de repressão estatal contribui para o aprimoramento da responsabilidade corporativa, bem como para a construção de parâmetros institucionais de accountability, transparência e reparação integral às vítimas e à coletividade”, diz o MPF.



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