Em meio à eterna montanha-russa dominical da Record, o Boom conseguiu um feito improvável: sobreviver. O programa de Tom Cavalcante acaba de ser renovado para uma segunda temporada mesmo sem números arrebatadores no Ibope, algo raro em uma emissora que frequentemente troca formatos na tentativa de encontrar um novo fenômeno popular.

Mais do que os cerca de quatro pontos de audiência nas tardes de domingo, o mérito de Boom está em entregar à emissora algo que parecia em falta: previsibilidade. Tom Cavalcante sustenta um programa leve, comercialmente viável e com cara de televisão tradicional — exatamente o tipo de produto que ainda conversa com o público da Record. Sem um grande nome fixo para liderar os domingos desde os tempos de auditório, a emissora parece finalmente ter encontrado um formato capaz de respirar por mais de uma temporada.



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