À CNN Brasil, Ana Paula Sibert, 38, abriu o jogo sobre as transformações que a maternidade trouxe para sua rotina e como equilibra a vida pública com a criação da filha, Vicky, 5.
Casada com o empresário Roberto Justus, 71, desde 2015, a influenciadora se consolidou como uma forte presença nas redes sociais. Reunindo mais de 3 milhões de seguidores só no Instagram, ela conta que a maturidade trouxe um novo entendimento sobre o que deve ou não ser compartilhado.
Acostumada com a rotina agitada de compromissos e entrega profissionais, a chegada da pequena exigiu uma recalibragem imediata nas prioridades da empresária. Segundo Ana, a percepção de produtividade mudou completamente.
“A maternidade ressignificou completamente o meu olhar sobre o tempo. Antes, eu media o tempo em produtividade, compromissos, entregas… e eu ainda amo essa parte da minha vida, eu sou agitada demais, gosto de fazer tudo acontecer sabe?”, revela.
“Mas, quando estou com ela, eu priorizo a qualidade, as memórias que estão sendo criadas, as lembranças, a presença por inteira”, garante a influenciadora que estrela a campanha de Dia das Mães da Colcci ao lado da herdeira.

“Ser humilde não é se diminuir”, diz Ana Paula Siebert sobre educação da filha
Questionada sobre o legado emocional que deseja deixar para a filha, Siebert é enfática ao apontar a humildade como pilar central. Para ela, a base de uma estrutura emocional sólida começa no respeito ao próximo, independentemente do contexto social em que se está inserido.
“A humildade, sem dúvida, é um dos valores que eu mais faço questão de transmitir para a Vicky. Quero que ela entenda que ser humilde não é se diminuir. É saber quem se é, sem precisar provar nada pra ninguém, mas que ela deve tratar todas as pessoas com respeito, independente de qualquer coisa, porque isso sim é ser grande de verdade”, entrega.
Com milhões de seguidores acompanhando seu dia a dia, a conexão com o público é um dos pontos mais fortes de sua carreira. No entanto, Ana Paula destaca que a humanização da sua imagem nas redes sociais passa por um filtro cuidadoso de preservação familiar.
“A conexão digital me permite mostrar a Ana Paula além da imagem. Mostra que por trás de tudo existe uma mulher real, com rotina, dúvidas, aprendizados, sentimentos, várias qualidades mas tb cheia de defeitos. Como todo mundo”, diz.
Contudo, impõe um limite claro: “Mas eu também aprendi que humanizar não é expor tudo. É saber mostrar com cuidados partes da minha vida, para poder preservar meus momentos com a minha família.”

Para Siebert, a chave da longevidade no ambiente digital é a verdade, algo que ela acredita ser o diferencial para manter sua credibilidade com quem a assiste.
“As pessoas acreditam muito em mim porque elas sabem que não é um personagem, que o que eu falo eu faço, que eu não sou uma imagem construída e pensada, mas uma pessoa que divide de fato aquilo que faz e que ama. A conexão digital, quando é construída com autenticidade, vira troca”, conclui.