O pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou nesta sexta-feira (1º), em entrevista ao CNN 360º, que sua proposta de governo será semelhante à do presidente da Argentina, Javier Milei, com reformas “duras” no início, mas que, segundo ele, devem trazer melhora na qualidade de vida dos brasileiros no médio e longo prazo.

Renan disse se diferenciar dos demais pré-candidatos por abordar temas considerados impopulares, como mudanças no regime fiscal brasileiro e uma nova reforma da Previdência.

“Durante o período eleitoral, Milei fez o que estou fazendo agora. Ele avisou: ‘Vou fazer reformas que, no começo, vão ser difíceis, mas prometo que, no médio e longo prazo, vocês verão a diferença’”, afirmou o pré-candidato.

“Ele disse que ia mexer com os privilegiados, e eu falo a mesma coisa. Os políticos não fazem propostas, eles falam com marqueteiros, que dizem o que é popular para falar em frente às câmeras”, acrescentou.

Na avaliação do pré-candidato, a economia brasileira é como um corpo “doente”. Ele criticou políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) evita se posicionar para não se comprometer.

“O corpo da economia brasileira está doente e Lula deu sorvete a esse corpo, com vale-gás e Pé-de-Meia. E o Flávio Bolsonaro não fala nada: ‘Vou ficar quieto, porque uma hora o corpo deve sair andando’. Dica: não vai sair andando. O corpo vai morrer. Eu vou dar um remédio muito amargo, mas, depois dele, o corpo vai funcionar”, concluiu.

Veja a íntegra da entrevista abaixo



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