A campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo pretende usar o aumento da violência contra as mulheres para desgastar a imagem do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A ideia dos auxiliares de Haddad, segundo apurou a coluna, é usar números da violência contra as mulheres no estado de São Paulo para expor as falhas na política de segurança pública da gestão Tarcísio.

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de SP, Fernando Haddad (PT)
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O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de SP, Fernando Haddad (PT)

Rodrigo Freitas/Metrópoles

Fernando Haddad no 8º Congresso do PT
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Fernando Haddad no 8º Congresso do PT

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de SP, Fernando Haddad (PT)
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O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de SP, Fernando Haddad (PT)

Rodrigo Freitas/Metrópoles

Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo apontam que o estado registrou alta de 45% nos casos de feminicídio em fevereiro de 2026 em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Além de criticar Tarcísio, a campanha de Haddad pretende apresentar propostas para a área. Uma das ideias em discussão seria propor a ampliação o horário de atendimento das delegacias da mulher.

O time do ex-ministro avalia propor, no programa de governo, políticas públicas para ajudar as vítimas a deixaram o ambiente de violência. Entre elas, estão a oferta de abrigos e ajuda para ingresso no mercado de trabalho.

A ofensiva de Haddad nessa área mira aumentar o desgaste de Tarcísio entre as mulheres. A aprovação do atual governador no eleitorado feminino caiu de 57% para 48% nos últimos oito meses, segundo pesquisas Genial/Quaest.

Os acenos de Tarcísio às mulheres

A queda na avaliação entre as mulheres é um ponto de atenção para a campanha de Tarcísio. Nesse cenário, o governador nomeou a coronel Glauce Anselmo Cavalli como a primeira mulher comandante-geral da Polícia Militar.

Tarcísio também reconduziu Luciana Jordão ao comando da Defensoria Pública do Estado e indicou cinco mulheres para vagas abertas no Tribunal de Justiça e no Ministério Público de Contas.



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