Atualmente, com os pets sendo considerados integrantes das famílias, muitos tutores dão um jeito de incluí-los nas celebrações. Na Páscoa, não é diferente. No entanto, devido à forte presença de chocolates e alimentos tóxicos para cães e gatos, é natural que donos fiquem receosos.
Além das comidas, outros fatores, como mudanças na rotina e excesso de petiscos — mesmo os permitidos —, podem impactar a saúde dos peludos. Pensando nisso, a coluna É o Bicho! conversou com uma especialista sobre como adaptar a data para que os amigos de quatro patas participem.
Confira!
Alimentação
A veterinária Yeda Markowitsch explica que é possível adotar estratégias criativas para incluir os animais nas tradições alimentares. “Uma boa dica é utilizar a própria alimentação natural para criar ovinhos de Páscoa. Rechear brinquedos e mordedores e escondê-los também pode ser uma ótima opção de caça aos ovos adaptada.”

Além de garantir a segurança, esse tipo de atividade estimula o olfato e o vínculo com o tutor. Outra ideia é apostar em petiscos próprios para pets ou até receitas caseiras simples — claro, com orientação profissional. Segundo a especialista, comidas naturais trazem benefícios como melhora na digestão, na pelagem e no bem-estar geral.
E em caso de viagem?
Yeda destaca que, em caso de viagens com o pet durante o feriado, a estratégia mais adequada é tentar manter a rotina alimentar. De acordo com ela, mudanças bruscas e consumo de comida humana podem causar desconfortos e problemas digestivos.

“Se for necessário fazer pausas, escolha locais tranquilos para que o animal se alimente com calma e se hidrate adequadamente”, orienta a profissional da Pet Delícia.
A veterinária ainda reforça que, por mais difícil que seja, é essencial não oferecer alimentos humanos. Especialmente na Páscoa, comidas e ingredientes típicos podem ser, inclusive, fatais para cães e gatos. “Se a ideia for variar o cardápio, o processo deve ser feito de forma gradual e com antecedência”, conclui.





