A vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP) postou em redes sociais neste domingo (29/3) uma homenagem à filha, Isabella Nardoni, assassinada em um crime cometido pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, há exatos 18 anos, na zona norte de São Paulo. A criança tinha 5 anos, quando foi arremessada pela janela do apartamento.

“E se é a pergunta que rondou a minha vida por muitos anos. E se hoje na minha casa nós fôssemos em cinco, e se a Isabela tivesse conhecido o Miguel e a Maria Fernanda?”, questionou no início do vídeo.

Ana Carolina disse que uma história foi interrompida no dia mais difícil da sua vida, mas que não acabou ali. “Uma história que vai muito além da partida de uma criança. Hoje, eu entendo e consigo ver que ela deixou um legado, que a Isabela deixou algo muito maior”, afirmou.

Mãe de Isabella Nardoni presta homenagem nos 18 anos de morte da filha - destaque galeria

Isabella Nardoni foi morta em 2008 pelo próprio pai, Alexandre Nardoni, com ajuda da madrasta, Anna Jatobá
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Isabella Nardoni foi morta em 2008 pelo próprio pai, Alexandre Nardoni, com ajuda da madrasta, Anna Jatobá

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Documentário mostra os protestos ocorridos após a morte de Isabella Nardoni
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Documentário mostra os protestos ocorridos após a morte de Isabella Nardoni

Netflix/Divulgação

Ana Carolina Oliveira e a filha, Isabella Nardoni
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Ana Carolina Oliveira e a filha, Isabella Nardoni

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Em 2008, a morte de Isabella Nardoni, de 5 anos, chocou o Brasil. Após voltar de um passeio com o pai, Alexandre Nardoni, com a madrasta, Anna Carolina Jatobá, e com os dois meios-irmãos, Isabella foi arremessada do sexto andar do prédio onde o progenitor morava. A menina foi encontrada, ainda com vida, pelo porteiro do edifício, mas não resistiu aos ferimentos
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Em 2008, a morte de Isabella Nardoni, de 5 anos, chocou o Brasil. Após voltar de um passeio com o pai, Alexandre Nardoni, com a madrasta, Anna Carolina Jatobá, e com os dois meios-irmãos, Isabella foi arremessada do sexto andar do prédio onde o progenitor morava. A menina foi encontrada, ainda com vida, pelo porteiro do edifício, mas não resistiu aos ferimentos

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Ana Carolina refez a vida após a tragédia
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Ana Carolina refez a vida após a tragédia

Isabella Nardoni
Isabella Nardoni
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Isabella Nardoni

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Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP
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Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP

Rodrigo Freitas/Metrópoles

Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP
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Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP

Rodrigo Freitas/Metrópoles

Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP
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Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP

Rodrigo Freitas/Metrópoles

Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP
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Ana Carolina Oliveira (Podemos) em seu gabinete na Câmara de SP

Rodrigo Freitas/Metrópoles

A mãe de Isabella disse que a história da filha dá visibilidade a outras crianças que vivem em silêncio e de uma forma que não conseguem ser protegidas. “É entender que esse legado se transformou, se transformou em luta, se transformou em propósito e se transformou em transformar vidas.”

Ana Carolina disse que se lembra da filha todos os dias e não de forma dolorida, apesar da emoção.

“É ter que lembrar que a violência está em tantos lugares, é lembrar que a violência precisa ser uma voz. E se ela me deixou aqui para ser essa voz, assim eu vou honrar, porque hoje eu não estou só.”

O pai de Isabella, Alexandre Nardoni, cumpriu pena na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, e deixou a cadeia após 16 anos, em 2024, para cumprir a pena em regime aberto.

A madrasta da menina, Ana Carolina Jatobá, conseguiu a progressão para regime aberto um ano antes, em 2023.



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