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Protagonista em campo na vitória que coroou o retorno do ADO Den Haag à elite do futebol holandês após três anos, Diogo Tomás, 28 anos, zagueiro finlandês de pai português, se esforçou como pôde para virar notícia pela atuação fora do gramado. Em postura provocativa, de charuto na boca e lata de cerveja na mão, concedeu entrevista de óculos escuros, escapando em tudo do roteiro previamente alinhavado pela equipe de comunicação do clube. “Sou quem eu sou”, dizia, ao se referir a si mesmo como entidade merecedora do tratamento em terceira pessoa. “Não sabemos onde Tomás estará na próxima temporada, mas estará em algum lugar bom”, falou, dando uma demorada tragada em seu charuto. Fim de papo.

Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat

Publicado em VEJA de 27 de março de 2026, edição nº 2988

 



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