O Departamento de Investigações Criminais (Deic) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26/3), a operação Refúgio Violado, na comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital, para prender suspeitos ligados a uma série de roubos a condomínios no interior de São Paulo.

Operação na 2ª maior comunidade de SP caça ladrões de residências - destaque galeria

Pelo menos 14 mandados de prisão são cumpridos
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Pelo menos 14 mandados de prisão são cumpridos

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Viaturas na favela de Paraisópolis
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Viaturas na favela de Paraisópolis

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Policiais fazem buscas nas ruas de Paraisópolis
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Policiais fazem buscas nas ruas de Paraisópolis

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Operação Refúgio Violado
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Operação Refúgio Violado

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São cumpridos 14 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão. Segundo a polícia, o grupo é investigado por roubos ocorridos em Amparo, município no interior paulista, e outros municípios localizados no Circuito das Águas Paulista, na região da Serra da Mantiqueira. 

A ação é conduzida por policiais da 4ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat). Segundo as investigações, os envolvidos escolhiam casas e condomínios localizados próximos à zona rural e utilizavam áreas de mata para acessar os imóveis sem serem percebidos. As ações ocorriam durante a madrugada.

Os assaltantes permaneciam por horas dentro das residências, utilizando armamento pesado, incluindo fuzis, e agiam com extrema violência, mantendo famílias inteiras sob ameaça.

Parte dos investigados também é suspeita de envolvimento em roubos a farmácias na capital, principalmente em regiões próximas a Paraisópolis.

Os presos e material colhido durante a ação serão encaminhados à sede do Deic, na zona norte da capital. Um balanço inicial deve ser divulgado ainda durante a manhã.

Roubo à casa de promotor

Conforme noticiado pelo Metrópoles, três suspeitos de participar do roubo à casa do promotor de Justiça Gustavo Roberto Chaim Pozzebon, em janeiro deste ano, em Monte Alegre do Sul, foram presos no início de fevereiro na comunidade de Paraisópolis.

Na ocasião do roubo, o promotor, familiares e funcionários da casa foram mantidos reféns por cinco horas.

À época da ação policial, a polícia contabilizava seis suspeitos capturados, que estariam envolvidos no crime. Outros três permaneciam foragidos. A investigação descobriu que o núcleo da quadrilha é originário da segunda maior comunidade de São Paulo.



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