O ex-secretário-executivo da Casa Civil Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro foi alvo de busca e apreensão nesta sexta-feira, na Operação Sem Refino, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Castro era subordinado ao hoje senador Ciro Nogueira (PP-PI) durante sua passagem pelo governo de Jair Bolsonaro.

A Polícia Federal apontou que recebeu um aviso do banco BTG sobre “movimentações financeiras atípicas” da empresa de consultoria de Castro.

Em um período de duas semanas, a empresa recebeu 765 mil reais da refinaria Refit, além de 383 mil reais de duas distribuidoras também controladas por Ricardo Magro.

Os recursos foram enviados em seguida para a conta pessoal de Castro, o que para a PF “evidencia baixa permanência dos recursos na conta, típico de empresa de passagem, sem identificação de despesas operacionais”.

A PF destacou que a consultoria foi registrada com capital social de 1 real, mas tem um faturamento de 1,3 milhão por ano.



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