Fabiana Justus usou as redes sociais para falar abertamente sobre um diagnóstico recente: dermatilomania, transtorno caracterizado pela compulsão de cutucar ou ferir a própria pele. No caso dela, o hábito afeta principalmente os dedos das mãos.

“Eu sou aquela pessoa que fica cutucando as pelinhas em volta do dedo, ó. Tá sempre machucado, sempre cutucado, e aí eu descobri que isso tem nome. O nome é dermatilomania e, assim, você fica fazendo esse movimento de repetição”, explicou.

A influenciadora contou que o comportamento pode estar ligado à ansiedade, mas também acontece de forma automática, até em momentos de distração.

“Às vezes é porque eu estou ansiosa, estressada, alguma coisa. Mas, muitas vezes, eu estou assim, assistindo a um seriado, sem perceber, eu estou lá puxando pelinha, puxando pelinha, puxando pelinha. E assim, eu puxo e aí fica machucado”, relatou.

Fabiana Justus revela novo diagnóstico e estratégia de tratamento - destaque galeria

Fabiana Justus.
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Fabiana Justus.

Reprodução/Redes sociais.

Fabiana Justus posa séria para as redes sociais
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Fabiana Justus posa séria para as redes sociais

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Fabiana Justus revelou ter conseguido contato com seu doador
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Fabiana Justus festeja um ano da pega da medula e 14 anos de casamento
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Como estratégia para reduzir as lesões, Fabiana passou a enrolar micropore, uma fita hipoalergênica, ao redor dos dedos, como forma de interromper o impulso. “Toda vez que vier a vontade de fazer assim, eu vou ver que estou com o micropore e não vou fazer. E aí, com isso, eu vou reprogramando o meu cérebro para perder essa mania”, explicou.

Nos comentários, seguidoras disseram se identificar com o relato e afirmaram que não sabiam que o hábito tinha um nome técnico. “Eu também não sabia o nome disso, mas tenho com certeza!”, escreveu uma. “Sou assim, Fabi. Não sabia dessa denominação. Já machuquei tanto”, comentou outra.

Conhecida também como transtorno de escoriação, a condição é descrita no Manual MSD como um comportamento que pode ser precedido por tensão ou ansiedade, aliviada após o ato de ferir a pele. O tratamento pode incluir acompanhamento em saúde mental.





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