
A Guarda Revolucionária do Irã reivindicou nesta segunda-feira, 2, a autoria de um ataque com mísseis contra o gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o quartel-general do comandante da Força Aérea de Israel.
“O gabinete do primeiro-ministro criminoso do regime sionista e a sede do comandante da força aérea do regime foram atacados”, afirmou o exército ideológico da República Islâmica em um comunicado divulgado pela agência de notícias Fars. Segundo a nota, mísseis Kheibar foram utilizados no ataque.
Os iranianos reagem aos ataques lançados no último sábado, que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de chefes militares. Ao todo, mais de 500 pessoas morreram com as ofensivas.
Nesta segunda-feira, Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional de Teerã, disse que o Irã “não negociará com os Estados Unidos”. A declaração contradiz Donald Trump, que antes havia dito que as novas lideranças queriam retomar as negociações após o ataque.
Em uma publicação no X, Larijani negou as informações da imprensa de que as autoridades iranianas tentaram iniciar conversações com o governo Trump após a onda de ataques americanos e israelenses no fim de semana, que aconteceu após uma série de negociações nucleares entre Teerã e Washington.
(com informações da AFP)