
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, apontados como mandantes do assassinato de Marielle Franco, é acompanhado por familiares, amigos e políticos ligados à vereadora e ao motorista Anderson Gomes. Os dois foram mortos na noite do dia 14 de março de 2018. Estão no local os pais de Marielle, Antônio Francisco da Silva Neto e Marinete da Silva; a irmã, Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial; a filha, Luyara; e a viúva, a vereadora Mônica Benício (PSOL). Agatha Arnaus Reis, viúva de Anderson, também marca presença no tribunal.
Presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT) é um dos amigos que assiste ao julgamento no Supremo – Marielle foi assessora dele durante as investigações da CPI das Milícias na Alerj. Para a Procuradoria-Geral da República, a execução da vereadora teve motivações políticas.
Uma comitiva de deputados do PSOL acompanha cada detalhe no STF: Tarcísio Motta, Chico Alencar, Pastor Henrique Vieira, Talíria Petrone e Fernanda Melchionna. “Esse julgamento precisa ser um marco de enfrentamento ao crime organizado, às milícias e de Justiça por Marielle e Anderson. Nós todos sabemos quanta dor nós sentimenos por conta desse processo, o quanto foi importante acompanhar as investigações”, afirmou Tarcísio, líder da bancada do PSOL, mesmo partido da vereadora, e que na época da execução era seu colega na Câmara Municipal do Rio, além de amigo.