O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, irá à Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (20/5), para dar explicações sobre a colaboração do órgão na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Rodrigues confirmou que estará na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, para detalhar o papel da PF na detenção de Ramagem em Orlando, nos Estados Unidos, no dia 6 de abril. Ele foi solto em 15 de abril.

Andrei Rodrigues é diretor-geral da PF desde 2023
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Andrei Rodrigues é diretor-geral da PF desde 2023

Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto

A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
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A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues
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Diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues

Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto

 

Na ocasião da prisão, o próprio diretor-geral enalteceu o papel da PF na prisão. Diante disso os deputados querem esclarecimentos sobre a participação de um agente brasileiro que atuava nos EUA na detenção do ex-deputado.

O pedido para a audiência com Rodrigues foi feito justamente por aliados de Ramagem, como o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ),  e os deputados Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Rodrigo Valadares (PL-SE), Mario Frias (PL-SP) e Marcel van Hattem (Novo-RS).

À coluna Rodrigues disse vai “mostrar a correção” da ação e “responder os questionamentos”, dos parlamentares. O diretor-geral da PF também deve ser questionado sobre outros temas, como a investigação do Banco Master e a troca dos delegados responsáveis pelo inquérito do escândalo do INSS.

Crise com Ramagem

Em abril, a Polícia Federal brasileira protagonizou crise com os EUA após o Departamento de Estado norte-americano expulsar o delegado Marcelo Ivo de Carvalho do país.

O delegado atuava como oficial junto ao Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) e teria colaborado na prisão do ex-deputado federal bolsonarista Alexandre Ramagem.

Após o anúncio da expulsão, a PF devolveu as credenciais de trabalho do agente norte-americano que atuava na sede da corporação, em Brasília, com base no princípio da reciprocidade.

 



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