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Intérprete de Meredith Grey, Ellen Pompeo revelou recentemente que enviou uma mensagem para Eric Dane assim que soube que o colega de Grey’s Anatomy havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). “Mandei uma mensagem dizendo: ‘Estou aqui se você quiser conversar’. E meu telefone tocou 30 segundos depois”, revelou ela em uma mensagem exibida no evento ALS Network Champions for Cures & Care Gala.

Interprete de Mark Sloan, Dane chegou à série na segunda temporada, e foi recebido de braços abertos pela protagonista. “Tivemos uma química instantânea, e eu simplesmente me apaixonei por ele”, relembrou a atriz na mensagem, revelando também o que disse ao ator no telefonema.  “Estou aqui para o que você precisar, e no eu puder ajudar. Eu te amo”, relatou ela sobre a conversa, se dirigindo diretamente a Dane logo em seguida. “Estou muito orgulhosa de você. Eu te amo muito e é uma honra poder falar sobre você hoje.”

Muitos dos ex-colegas de elenco de Dane no drama médico se solidarizaram com ele desde que ele revelou o diagnóstico de ELA no ano passado. Patrick Dempsey, que viveu Derek Shepherd na série de sucesso, disse à revista Parade em janeiro que tem conversado com o colega, e que ele tem sido “incrivelmente corajoso” diante do diagnóstico delicado.

Dane se uniu ao I Am ALS (Eu sou ELA, em português) em setembro para impulsionar a campanha “Push for Progress”, que almeja acelerar pesquisas sobre a doença, tornar o tratamento mais acessível e garantir que o orçamento federal para a luta contra a ELA seja de 1 bilhão de dólares ao longo dos próximos três anos.

O diagnóstico do ator veio a público em abril e, a princípio, não o afastou do trabalho. “Estou animado para retornar ao set de Euphoria na próxima semana”, escreveu ele no anúncio. Nos últimos meses, porém, os sintomas se agravaram e Dane foi visto em uma cadeira de rodas. Ele é casado com a atriz Rebecca Gayheart e tem duas filhas adolescentes, Billie e Georgia, de 15 e 13 anos.

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A ELA é considerada incurável e pacientes têm expectativa de três a cinco anos de vida após o diagnóstico. A doença é degenerativa e causa paralisia exponencial dos músculos, afetando fala, movimento e respiração.

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