Decisão do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), que embasou a operação da PF (Polícia Federal) que teve como alvo o deputado Antônio Doido (MDB-PA), aponta que o esquema de desvio de verbas públicas contava com a participação de 13 pessoas, uma delas o parlamentar, oito empresas e a Secretaria de Obras Públicas do Pará.

Em um trecho do documento, o nome do atual secretário de Obras Públicas do estado, Benedito Ruy Santos Cabral, é mencionado por praticar condutas “com graves violações de deveres funcionais e mediante uso de cargo estratégico ocupado pelo funcionário público requerido (Secretário de Obras Públicas do Estado do Pará), que desponta como integrante da organização criminosa investigada, oferecendo riscos concretos à realização de obras/serviços/licitações e ao erário”.

Em atualização.



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