
Um programa sem a animação que um final de semana televisivo exige, que exagera no chororô e nas tentativas de emocionar o telespectador justamente quando o que se quer assistir são atrações que entretenham sem discurso pré-fabricado de mensagens positivas. Em meio a isso, ainda há celebridades convidadas a darem pitacos variados sobre o palco em competições sem criatividade.
Neste sentido, aos domingos, o Em família, de Eliana, parece um posfácio do Caldeirão do Mion, que vai ao ar aos sábados, liderado por Marcos Mion. Não há nada de novo, além do clima piegas importado das concorrentes SBT e TV Record. No comparativo, Mion leva até certa vantagem. Chegou primeiro. Ruim para a loura. O produto oferecido por Eliana fica com gostinho de pão adormecido.
Sem empolgar também aos anunciantes, foi o recém-chegado à grade da Globo Em família o escolhido para dar um breve “tchau” enquanto a bola rolar durante a Copa do Mundo. Podia ser imprensado e ganhado uma versão enxuta aos domingos? Podia. Mas não faria diferença. A questão é: alguém vai sentir falta do Em família? Não. Aé porque anda temos Caldeirão do Mion, um dia antes, para manter o mesmo tom.
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