Enquanto a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)  já explora temas ligados à segurança pública e ao crime organizado na campanha ao Palácio do Planalto, dirigentes do PT discutem nos bastidores qual será a linha de resposta do partido.

Integrantes da cúpula petista avaliam que um debate centrado em facções criminosas, como PCC e Comando Vermelho, tende a favorecer os adversários. Por isso, defendem que a campanha governista evite transformar esse tema no centro da disputa eleitoral.

Lula e Flávio aparecem liderando as pesquisas
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Lula e Flávio aparecem liderando as pesquisas

Alice Rabello

BTG/Nexus: Lula lidera 1° turno e empata em 2° com Flávio
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BTG/Nexus: Lula lidera 1° turno e empata em 2° com Flávio

Alice Rabello

Lula e Flávio Bolsonaro
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Lula e Flávio Bolsonaro

Marcelo Camargo/Agência Brasil – BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BRENOESAKIFOTO

A orientação discutida internamente é concentrar esforços em pautas consideradas mais favoráveis ao governo, como o chamado “tarifaço” dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, a defesa do Pix e o discurso da soberania nacional.

Quando o assunto for segurança pública, a orientação discutida por petistas é “lembrar dos amigos de Flávio”. A estratégia passa por deslocar o foco para  Flávio Bolsonaro , principal nome da direita na disputa ao Palácio  do Planalto.

A ideia é resgatar episódios que já causaram desgaste ao bolsonarismo, especialmente as supostas ligações de pessoas próximas à família Bolsonaro com milicianos do Rio de Janeiro, além da relação do parlamentar com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.



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