No teatro com a peça Dona Lola, Marcelo Médici celebra 35 anos de carreira em sua segunda comédia solo, cujo título é o nome da personagem, inspirada nas mulheres de sua família. Além do monólogo, em cartaz aos domingos no Teatro dos 4, no Rio, o ator é visto em A Nobreza do Amor, novela das 18h da TV Globo, na qual interpreta o padre Viriato. Convidado do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube, no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku; além da versão podcast no Spotify), ele recorda bastidor de uma curiosa passagem pela A praça é nossa, do SBT.

 “Ficou (no ar somente) A praça é nossa. A praça que continua até hoje e também bebe muito dessa coisa do estereótipo de personagens que, às vezes, são complicados. Eles mudaram, tem stand-up hoje em dia. Estão mais atentos. Eu fiz a praça, por dois anos e meio. Fazia os quadros ali, às vezes aparecia uma mulher de biquíni e tal… Achava estranho isso já em 2000, quando fiz. Mas fico muito honrado de ter feito, caí lá do lado de gigantes. Golias, Tutuca, Zilda Cardoso, Dercy Gonçalves… Olhava aqueles gigantes e falava: ‘O que estou fazendo aqui?’. Mas tinham piadas que na época eu já ficava um pouco cabreiro. Carlos Alberto (de Nóbrega) é fantástico. Um dia tive um incômodo no quadro e falei com ele, que foi receptivo em não gravar. Fiquei desconfortável, era uma piada sobre o corpo feminino”.

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