O Ministério Público de São Paulo denunciou Daniel Barbosa Marinho, guarda municipal há 22 anos, acusado de assassinar Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, horas após o próprio casamento do casal em Campinas, no interior do estado.
Segundo a decisão do órgão, divulgada nesta sexta-feira (22), Daniel deve responder pelos crimes de feminicídio, violência doméstica e familiar.
O casal participava de uma confraternização para oficializar a união, quando uma discussão teve início dentro da residência, segundo informações da Polícia Civil e relatos de testemunhas. O desentendimento evoluiu para agressões físicas. E foi com um aparato do estado — com a missão de proteger — que o sonho matrimonial terminou em tragédia.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa do homem. O espaço segue em aberto para manifestação.
Relembre o caso
A festa de casamento entre uma mulher de 34 anos e um guarda municipal de 55 anos, no dia 9 de maio, em Campinas (SP), acabou em mais um caso para as estatísticas de feminicídio, com uma discussão que evoluiu para violência física e culminou na morte de Nájylla Duenas Nascimento.
O casal participava de uma confraternização para oficializar a união, quando uma discussão teve início dentro da residência, segundo informações da Polícia Civil e relatos de testemunhas.
O principal suspeito, Daniel, de 55 anos, foi preso em flagrante por feminicídio. Segundo as investigações, o desentendimento evoluiu para agressões físicas.
Testemunhas relataram que, após sair do imóvel, o guarda municipal retornou pouco tempo depois e voltou a atirar contra a vítima. Ainda de acordo com as apurações, o agente teria utilizado sua arma funcional para efetuar disparos contra a esposa.
Após o crime, a polícia localizou o suspeito e apreendeu a arma de fogo, além de munições.