A mãe de Matthew Perry afirmou que o filho “pagou caro” por confiar em seu ex-assistente, Kenneth Iwamasa, investigado por supostamente aplicar cetamina no ator de “Friends” antes de sua morte, em outubro de 2023.

Suzanne Morrison não economizou críticas ao ex-funcionário em uma declaração de impacto apresentada antes da audiência que irá definir a pena do ex-assistente. Kenneth, de 60 anos, se declarou culpado por participação em um esquema de distribuição do potente anestésico que levou à overdose fatal do ator, encontrado morto na banheira de hidromassagem de sua casa, em Los Angeles, Estados Unidos.

No documento, Suzanne afirmou que o ex-assistente deveria ter sido um aliado na luta do artista contra a dependência química.

“Em vez de proteger Matthew, ele ajudou e incentivou o uso ilegal de drogas, organizou um canal de fornecimento e depois outro. Injetou as drogas no corpo de Matthew, embora não tivesse a menor qualificação para isso.”

“Ele fez isso mesmo sabendo, como qualquer pessoa saberia, o quão obviamente perigoso aquilo era. E fez isso repetidas vezes”.

A mãe do astro também alegou que, após a morte de Matthew, Kenneth tentou se aproximar dela e manteve presença constante em sua rotina.
“Ele me enviava músicas, desenhou um pequeno mapa para me ajudar a encontrar o caminho no cemitério. Se via um arco-íris – uma das coisas favoritas de Matthew – ele me ligava… Ele colou em mim como se fosse o mocinho que tentou salvar Matthew… Nós confiamos em um homem sem escrúpulos e meu filho pagou o preço.”

Ao longo do depoimento, Suzanne agradeceu aos investigadores pelo trabalho no caso, mas deixou claro que “não há ponto final para uma perda como essa”.

“Nada tira essa dor, nem vai tirar, tenho certeza, enquanto eu viver”, desabafou.

Matthew Perry faleceu aos 54 anos em decorrência dos efeitos agudos da cetamina, segundo o laudo divulgado meses após sua morte.

Seu assistente firmou um acordo com a promotoria ao admitir culpa nas acusações ligadas ao fornecimento da droga. Ele pode ser condenado a até 15 anos de prisão, embora procuradores americanos tenham recomendado pena de 41 meses de detenção, além de três anos de liberdade condicional. A audiência que definirá a sentença está marcada para o próximo dia 27 de maio.



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