Há um consenso nas campanhas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Ronaldo Caiado (PSD-GO) sobre a possibilidade de Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF e recém filiado ao Democracia Cristã (DC), entrar no páreo pela Presidência: para os dois pré-candidatos, o magistrado “perdeu o timing” de competitividade.

Na visão de estrategistas das duas campanhas, por ter ficado longe de vida pública por anos, Barbosa já não simboliza mais aquilo que um dia o fez um nome forte na disputa. Por um lado, teria perdido a pecha de “justiceiro”, hoje associada ao ministro Alexandre de Moraes para parte do eleitorado que se opõe a Jair Bolsonaro (PL).

Por outro, não é mais associado à imagem de “magistrado antipetista”, figura que para parte do eleitorado bolsonarista passou a associada ao Juiz Sergio Moro (PL-PR) na última década.

 



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