O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu pequenas oscilações que lhe são positivas nas curvas de popularidade de seu trabalho e de seu governo, mas ainda enfrenta a desaprovação da maioria do eleitorado, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, feita entre os dias 13 e 18 de maio, e divulgada nesta terça-feira, 19.

De acordo com o levantamento, o presidente tem a aprovação de 47,4% do eleitorado, mas enfrenta a desaprovação de 51,3%. Na comparação com o levantamento anterior, de abril, a desaprovação oscilou um pouco para baixo, mas não o suficiente para ficar abaixo da aprovação (veja quadros abaixo).

Aprovação - presidente Lula
Aprovação – presidente Lula (AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução)

Aprovação – presidente Lula – evolução

Aprovação – presidente Lula – evolução

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Já com relação à avaliação do seu governo, a maior taxa continua sendo a de ruim ou péssimo, com 48,4% do eleitorado. Depois, vêm aqueles que consideram a sua gestão ótima ou boa (42,9%). Em relação à pesquisa de abril, a taxa de ruim/péssimo também oscilou para baixo (veja quadros).

Aprovação – governo Lula
Aprovação – governo Lula (AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução)
Avaliação – governo Lula – evolução
Avaliação – governo Lula – evolução (AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução)
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Rejeição

A pesquisa também mediu a rejeição dos principais personagens políticos atuais do país. O mais rejeitado pelo eleitor é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com a recusa de 52,0% do eleitorado, numericamente um pouco pior que Lula, que tem 50,6% (veja quadro abaixo).

Rejeição
Rejeição (AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução)

Corrida ao Planalto

Na disputa pela Presidência da República, Lula melhorou a sua posição na corrida. Ele abriu treze pontos de vantagem sobre Flávio no primeiro turno e sete no segundo, muito em razão do impacto provocado pelo vazamento de um áudio no qual o senador cobra dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master — leia a matéria completa aqui.

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Pesquisa

O levantamento foi feito entre os dias 13 e 18 de maio e foi todo realizado após o vazamento do áudio, no dia 13 de maio. A pesquisa é a primeira entre os grandes institutos a fazer todas as entrevistas após o episódio, que tornou-se um dos mais fundamentais até agora da pré-corrida eleitoral.

Foram ouvidos 5.032 entrevistados. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-06939/2926.



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