No programa do Noblat desta semana Ricardo e Guga Noblat comentam a reação de Flávio Bolsonaro à declaração do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que classificou como “imperdoável” o áudio do senador pedindo dinheiro ao banqueiro preso, Daniel Vorcaro. Para Noblat, o tom “manso” adotado por Flávio ao chamar Zema de “precipitado” e “novo na política” reflete uma tentativa desesperada de posar como o moderado do clã para evitar a quebra definitiva da aliança da direita para 2026.
A análise destaca o racha no bloco oposicionista: enquanto o senador mendiga o “benefício da dúvida” e tenta se apoiar em narrativas já frias, ele enfrenta o isolamento dos aliados e a humilhação pública nas ruas, como o episódio em que foi hostilizado em um quartel da PM no Rio.
Os comentaristas avaliam que o escândalo com Vorcaro implodiu a campanha do filho do ex-presidente a ponto de causar o derretimento político da família Bolsonaro nos próximos capítulos – e a possível ruptura da extrema-direita.