O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), relatou a aliados se sentir “injustiçado” pelo governo Lula no episódio que culminou com a rejeição histórica da indicação de Jorge Messias ao STF.

Em conversas reservadas, Alcolumbre tem argumentado que teria sido único que jogou limpo e avisou o governo previamente que Messias não teria votos suficientes para ser aprovado pelos senadores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou, nesta sexta-feira (8/5), a Lei da Dosimetria
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou, nesta sexta-feira (8/5), a Lei da Dosimetria

Reprodução/TV Senado

Lula e Alcolumbre sentaram lado a lado, mas não conversaram durante posse de Nunes Marques como presidente do TSE
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Lula e Alcolumbre sentaram lado a lado, mas não conversaram durante posse de Nunes Marques como presidente do TSE

Valter Campanato/Agência Brasil

Davi Alcolumbre selou aliança com a oposição no Congresso para derrotar Jorge Messias
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Davi Alcolumbre selou aliança com a oposição no Congresso para derrotar Jorge Messias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

“Ele se achou injustiçado porque diz que foi o único que avisou antes. Os outros enganaram”, afirmou um aliado de Alcolumbre à coluna, sob reserva.

No dia da votação, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), chegou a dizer publicamente que Messias seria aprovado com 45 votos. A indicação, porém, acabou rejeitada por 42 votos a 34.

Nos bastidores, Lula, ministros do governo e outros aliados de Messias apontam o atual presidente do Senado como o principal articulador da derrota do advogado-geral da União.

Alcolumbre nunca escondeu que gostaria que Lula tivesse indicado outro nome para o Supremo. No caso, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), de quem é aliado de primeira hora.



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