O pastor Silas Malafaia saiu em defesa do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nesta sexta-feira (15/5), após novas revelações sobre o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que teria recebido dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia afirmou que não fará “juízo de valor” com base em “vazamentos seletivos” e argumentou que Flávio não recebeu diretamente os recursos ligados a Vorcaro.

“O Flávio não recebeu nenhuma grana pessoalmente. Foi criado um fundo americano exclusivo para captação de recursos para a produção desse filme. Não teve grana na mão do Flávio. O dinheiro foi direto para um fundo americano. E lá, meu filho, bota uma nota fria para ver se não vai para a cadeia. Não é fundo brasileiro, não. Não passou grana na mão do Flávio. Então, eu não vou fazer juízo de valor por vazamento seletivo porque eu sou vítima dessa droga. Vamos esperar a conclusão de tudo”, alegou o pastor.

Malafaia sai em defesa de Flávio Bolsonaro: “Não teve grana na mão dele” - destaque galeria

Pastor Silas Malafaia
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Pastor Silas Malafaia

Reprodução/Redes Sociais

Flávio Bolsonaro e Vorcaro
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Flávio Bolsonaro e Vorcaro

Arte/Metrópoles

Silas Malafaia critica decisão do STF que o tornou réu por injúria a generais
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Silas Malafaia critica decisão do STF que o tornou réu por injúria a generais

Isabella Finholdt/Especial Metrópoles

Senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro
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Senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro

Geraldo Magela/Agência Senado


Repasses milionários

  • As declarações ocorrem após o portal The Intercept Brasil divulgar áudios e mensagens relacionados ao financiamento do filme Dark Horse.
  • Segundo a reportagem, o banqueiro Daniel Vorcaro teria financiado o projeto com cerca de R$ 61 milhões, entre fevereiro e maio de 2025, dentro de um contrato estimado em R$ 134 milhões.
  • Inicialmente, Flávio Bolsonaro negou qualquer participação de Vorcaro na produção.
  • Após a divulgação dos documentos, no entanto, o senador admitiu que buscou investidores privados para financiar o longa nos Estados Unidos.

Mais cedo, nesta sexta, Flávio afirmou que novos materiais envolvendo sua relação com Vorcaro podem vir a público, mas negou qualquer irregularidade.

“Pode vazar um ‘videozinho’, algum encontro que eu possa ter tido com ele, [mas] foi tudo para tratar sobre o filme, não vai ter surpresinha”, declarou em entrevista à CNN Brasil.

Segundo o parlamentar, toda a interlocução com o banqueiro teve como objetivo captar recursos privados para a cinebiografia de Bolsonaro.



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