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A novela Três Graças, que chegou ao fim nesta sexta-feira, 15, teve como grande destaque o retorno do autor Aguinaldo Silva ao horário nobre da Globo, apostando em uma narrativa mais clássica de folhetim, com personagens populares, vilões fortes e conflitos familiares intensos. A trama chamou atenção principalmente pela história de três gerações de mulheres — avó, mãe e filha — marcadas pela maternidade precoce e pela luta social dentro da fictícia comunidade da Chacrinha, em São Paulo.

Outro ponto bastante elogiado foi a atuação de Sophie Charlotte como Gerluce, uma protagonista mais humana e imperfeita, fugindo do modelo tradicional da “mocinha passiva”. A novela também ganhou repercussão pela representação de personagens LGBTQIA+ e por abordar temas como desigualdade social, corrupção e violência urbana sem abandonar o tom popular das novelas clássicas.

Além disso, a coluna GENTE destaca o ritmo mais novelesco e menos acelerado da produção, visto como um resgate da identidade tradicional das novelas das nove. Até porque, comparando com a antecessora, Vale Tudo, Três Graças esbanjou verossimilhança e criatividade na dose certa. Aguinaldo, que assinou a narrativa ao lado de Virgílio Silva e Zé Dassilva, acertou em cheio ao retomar elementos clássicos de suas obras: personagens populares, humor ácido, vilania forte e crítica social. Que venham mais.





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