A farmacêutica Biomm registrou lucro líquido de R$ 9,7 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo de R$ 11,7 milhões no mesmo período de 2025, em meio ao forte crescimento da receita, com ganhos de escala e eficiência operacional.

A receita líquida saltou 134%, para R$ 92,5 milhões, em movimento influenciado principalmente pelas vendas de insulina, com destaque para Wosulin (insulina humana) no mercado público e avanço de Glargilin (insulina glargina) no mercado privado (distribuidores e grandes redes de farmácias), mostrou o balanço da companhia nesta sexta-feira.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado atingiu R$ 12,4 milhões, ante Ebitda negativo de R$ 10,7 milhões um ano antes.

“As entregas do primeiro trimestre demonstram que a Biomm segue avançando rapidamente por um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou o presidente-executivo da Biomm, Guilherme Maradei, em nota.

“Os investimentos realizados nos últimos anos em capacidade produtiva, tecnologia e parcerias estratégicas já se traduzem em resultados operacionais positivos, com consistência na geração de valor”, acrescentou.

Entre os principais avanços do trimestre, a empresa destacou a consolidação da produção nacional de insulina glargina na planta de Nova Lima, Minas Gerais, e o fortalecimento de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo com a Funed (Fundação Oswaldo Cruz/Bio-Manguinhos e Fundação Ezequiel Dias).

Também foram citadas a ampliação da presença comercial no mercado privado, a evolução da eficiência operacional e financeira e a continuidade dos investimentos em novos produtos e infraestrutura tecnológica.



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