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A Google anunciou na última terça-feira, 12, os Googlebooks. Desenvolvidos para interligar uma nova geração de computadores ao Gemini Intelligence — envolução do atual assistente de IA da empresa — a grande aposta da gigante americana contina ainda sob o mistério de qual hardware formará esses computadores e qual novidade é, realmente, nova.

O anúncio da empresa, disponível em seu blog, anuncia os Googlebooks como dispositivos criados para o Gemini Intelligence. Com referência clara aos Chromebooks, real revolução no mundo dos computadores lançada pela empresa há 15 anos, a Google declara que os novos dispositivos vieram para um “mundo em que a nuvem está em primeiro lugar”.

Foto do Googlebook
Anúncio traz um novo concorrente ao mercado dos notebooks (YouTube/Google/Reprodução)

De acordo com o comunicado, os Googlebooks nascem de uma intersecção entre “o melhor do Android”, que envolve seus aplicativos e “sistema moderno” (agora fortemente conectado ao Intelligence), e o ChromeOS — sistema já conhecido da reconhecida linha de Chromebooks. “O resultado é uma nova categoria de computadores construídos com a ajuda do Gemini em seu centro, desenvolvido para funcionar perfeitamente com os dispositivos em sua vida e operado por hardwares premium”, explicam.

O vídeo de anúncio dos Googlebooks foca na interligação com os celulares Android e no uso extensivo do Google Gemini, além de mostrar um mundo de tecnologia em que a IA está disponível e pode realmente fazer quase todas as suas necessidades. Agora um assistente conectado por toda a eternidade ao seu computador, o Gemini não estará mais disponível somente através do navegador ou de um aplicativo.

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Conectado ao cursor (o que a empresa agora chama de “Magic Pointer”), um pequeno chacoalho do mouse sobre o que quer que seja que estiver na tela ativa o assistente, que pode editar imagens com IA, organizar informações de forma complexa e até automatizar conversas. Construído com ajuda do time do Google DeepMind, o que o Magic Cursor faz é compreender o contexto daquilo que está sendo desenvolvido e oferecer sugestões pertinentes.

Apresentado como um grande trunfo da empresa, a otimização com Android vai além e permite que, a partir do Googlebook, o usuário acesse suas informações do celular. Apesar de belo, o recurso não é novo. A função de espelhamento já existe no Windows e no Mac, maiores concorrentes da empresa no quesito sistema operacional, ao menos no contexto dos computadores.

O que talvez torne tudo ainda mais misterioso é o hardware. A empresa diz que o computador virá com “design e hardware premium” e, apesar de deixar claro que esse desenvolvimento acontece com grandes companhias da área, como a Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo, nenhuma informação concreta existe sobre o tipo de hardware que o público pode esperar. Fica claro que o computador garante uma série de funções, com destaque especial para o Magic Cursor que encanta pela demonstração, mas o anunciado ainda é pouco para cravar se eles irão beber da mesma fonte que bebeu os Chromebooks.



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