O ex-deputado Eduardo Bolsonaro se manifestou, nesta quinta-feira (14/5), após suspeitas de que recursos ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro teriam sido usados para custear sua permanência nos Estados Unidos.
Em publicação nas redes sociais, ele negou irregularidades e classificou as acusações como “toscas”.
“A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta”, afirmou.
1- A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria, se isso tivesse acontecido o próprio governo americano me puniria. No meu processo migratório expliquei as autoridades americanas toda a origem dos meus… pic.twitter.com/bYIHvSsRyu
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) May 15, 2026
Sobre o financiamento, Eduardo argumentou que os investimentos foram realizados nos Estados Unidos por se tratar de uma produção norte-americana, com elenco internacional. Ele também alegou que o ambiente político no Brasil afastaria investidores.
“As pessoas não se arriscariam a investir em um filme do Bolsonaro no Brasil”, afirmou.
Vorcaro pagou R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro
O Metrópoles noticiou, na coluna Igor Gadelha, que a Polícia Federal (PF) apura suspeitas de desvio de parte dos recursos para custear despesas de Eduardo nos EUA ou financiar atividades políticas no exterior.
Apesar das investigações, Eduardo afirma que as acusações fazem parte de uma tentativa de desgaste. “Tudo não passa de uma tentativa tosca de assassinato de reputação”, declarou.
Ele também disse que declarou a origem de seus recursos durante o processo migratório e não enfrentou problemas.
O ex-deputado afirmou ainda que não exerceu função de gestão no fundo ligado à produção do filme Dark Horse, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. De acordo com ele, sua participação se limitou à cessão de direitos de imagem.
Ainda na publicação, o ex-deputado afirmou que o filme conta com diversos investidores e negou que sua família seja dona do projeto.


