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A mais recente pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana trouxe um alívio parcial ao Palácio do Planalto ao indicar ligeira melhora nos índices de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma estabilização da disputa presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro. O levantamento foi debatido no programa Os Três Poderes, apresentado por Ricardo Ferraz, com participação do editor José Benedito da Silva e da advogada Daniela Christovão (este texto é um resumo do vídeo acima).

Segundo os números citados no programa, a aprovação do governo Lula subiu de 43% para 46%, enquanto a desaprovação recuou. No cenário presidencial, Lula aparece com 37% das intenções de voto contra 32% de Flávio Bolsonaro. Já no segundo turno, os dois aparecem em empate técnico: 42% a 41%.

O governo Lula encontrou um ponto de reação?

Durante o programa, Ferraz afirmou que o governo tem apostado em medidas econômicas de impacto popular para tentar reverter o desgaste da popularidade presidencial. Entre as iniciativas citadas estão o Desenrola, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e o fim da cobrança federal sobre compras internacionais de pequeno valor, apelidada de “taxa das blusinhas”.

Para Daniela, o governo tenta atuar diretamente sobre a percepção cotidiana da população. “O Desenrola vem muito nesse sentido de melhorar essa sensação do alívio das dívidas”, afirmou. Segundo ela, embora os indicadores macroeconômicos mostrem melhora, parte relevante do eleitorado ainda não sente avanço concreto na vida financeira.

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“A sensação das pessoas, muito decorrente do endividamento, é que não sai dessa estagnação”, disse.

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Por que a economia continua pesando contra o governo?

José Benedito afirmou que o principal problema do governo Lula está no descompasso entre os indicadores econômicos positivos e a percepção prática da população. “O que interessa é a microeconomia, o dia a dia”, afirmou o editor.

Segundo ele, o eleitor avalia o preço do supermercado e a capacidade de fechar o orçamento doméstico. “É o carrinho de supermercado. É se o dinheiro está dando para cobrir os boletos”, disse.

No programa, Ferraz destacou que, apesar da queda do desemprego e da inflação controlada, a percepção de piora econômica ainda predomina em parte das pesquisas qualitativas.

Flávio Bolsonaro atingiu um teto?

A estabilização dos números do senador Flávio também entrou no centro do debate. José Benedito afirmou que a pesquisa deixa duas perguntas principais: se Lula finalmente encontrou um ponto de inflexão e se Flávio atingiu um limite de crescimento eleitoral.

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“A transferência de votos foi muito rápida”, afirmou.

Segundo ele, o senador conseguiu absorver rapidamente o eleitorado bolsonarista após ser lançado como herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas agora começa a mostrar sinais de estabilização. “Ele vinha subindo, mas me parece que não mais”, disse.

O caso Daniel Vorcaro pode afetar a campanha de Flávio?

O programa também discutiu o possível impacto político das revelações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master, e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro. José Benedito afirmou que a próxima rodada de pesquisas poderá medir o efeito do episódio sobre a imagem de Flávio.

Segundo ele, a coleta da nova pesquisa Datafolha coincidiu com a repercussão dos áudios e mensagens envolvendo o senador. “Essa pesquisa deve captar pelo menos minimamente o impacto que esse áudio provocou no eleitorado”, afirmou.

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Trump virou um aliado indireto de Lula?

Outro ponto levantado no programa foi o impacto político da aproximação recente entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ferraz afirmou que o encontro entre os dois líderes acabou fortalecendo o presidente brasileiro.

“O melhor cabo eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva se chama Donald Trump”, disse o apresentador.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Os Três Poderes (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.



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