
O rapper Projota entrou em uma enrascada jurídica ao tentar comprar um Porsche, no ano passado. Logo após pagar a última parcela, a concessionária foi alvo de um bloqueio de bens na investigação sobre as fraudes no INSS.
Agora, o cantor recorreu ao STF para tentar conseguir transferir o veículo para seu nome. Sua defesa alegou que o carro foi comprado “de boa-fé” antes que houvesse qualquer restrição à loja.
“O Embargante não possui qualquer vínculo com os investigados, não participou de qualquer conduta ilícita e limitou-se a adquirir, mediante pagamento integral e comprovado, um veículo anunciado publicamente por empresa regularmente constituída”, diz o pedido enviado ao STF.
Foram anexadas conversas com o dono da concessionária na qual ele lamenta o bloqueio: “Cliente comprou carro na loja (e) é investigado em uma operação da PF. Infelizmente recai sobre mim por conta da movimentação bancária”.