O segmento agrícola da Bayer registrou estabilidade na receita de vendas no primeiro trimestre, totalizando 7,56 bilhões de euros, queda de aproximadamente 0,3% na comparação interanual.

O Ebit (lucro antes de juros e impostos) somou 2,28 bilhões de euros, avanço de 64,3% na comparação anual. Já o Ebitda antes de itens especiais alcançou 3,01 bilhões de euros, alta de 17,9% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

A margem Ebitda da divisão agrícola passou de 33,7% para 39,9% na comparação anual. 

Segundo a companhia, o desempenho foi puxado principalmente pelo negócio de sementes e características genéticas de soja, cujas vendas dobraram na comparação anual.  

A companhia atribuiu o resultado, em grande parte, à conclusão de um acordo de licenciamento com a Corteva na América do Norte, com impacto equivalente a 448 milhões de euros na receita.

O segmento de soja também foi beneficiado pela recuperação de preços após a retomada do registro de um herbicida nos Estados Unidos, pontuou a empresa, em nota.

A divisão de sementes e características genéticas de milho registrou crescimento de 7,1%, ajustado por câmbio e portfólio, impulsionado pelo aumento de volumes no início da safra na América do Norte e pela expansão nas demais regiões.

Por outro lado, o negócio de proteção de cultivos apresentou retração. As vendas de herbicidas caíram 10,2%, enquanto os produtos à base de glifosato tiveram recuo de 15,1%. As vendas de fungicidas diminuíram 10,7%, todas as variações ajustadas por câmbio e portfólio.

Considerando todas as operações do grupo, o lucro líquido da Bayer somou 2,763 bilhões de euros no trimestre, alta de 112,7% na comparação anual. 

A receita de vendas caiu de 13,738 bilhões de euros para 17,405 bilhões de euros, enquanto o Ebitda antes de itens especiais avançou 9%, para 4,453 bilhões de euros.



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