O Supremo Tribunal Criminal do Bahrein condenou três pessoas, incluindo uma mulher, à prisão perpétua por “colaborar” com o Irã, segundo a mídia estatal.

Os promotores disseram que a mulher estava em “comunicação” com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e pretendia realizar “atos terroristas hostis” no Bahrein.

Dois réus em um caso separado foram condenados à prisão perpétua por ajudarem “operações terroristas”, incluindo a transferência de fundos e a transmissão de informações à IGRC e às agências de inteligência iranianas.

Outras dez pessoas em outros casos foram condenadas a penas de prisão até dez anos por “apoiar e endossar ataques terroristas iranianos” no Bahrein, transmitir dados proibidos e fotografar locais proibidos. Alguns também foram multados em até 2.000 dinares do Bahrein (cerca de US$ 5.299), enquanto três enfrentam a deportação do Bahrein após cumprirem suas sentenças.



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