A estimativa é da BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais), responsável pela coordenação das ações de promoção internacional do café brasileiro em parceria com a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
De acordo com a entidade, a participação brasileira resultou em 1.209 contatos comerciais, dos quais 884 foram novos. Os negócios fechados durante o evento somaram US$ 66,09 milhões, enquanto a expectativa é de gerar outros US$ 122,12 milhões ao longo dos próximos 12 meses.
Segundo o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, a presença no principal mercado consumidor global é estratégica para consolidar o posicionamento do Brasil no segmento de cafés especiais.
“O Brasil dita tendências no setor mundial de cafés especiais, e os Estados Unidos, além de serem nosso principal parceiro comercial, também exercem forte influência sobre outros mercados consumidores”, destacou.
Os Estados Unidos seguem como o principal destino dos cafés especiais brasileiros, impulsionando a demanda por produtos com maior valor agregado, rastreabilidade e práticas sustentáveis de produção.
A participação brasileira no evento reuniu produtores, exportadores e cooperativas interessados em ampliar relações comerciais com importadores, torrefadores e cafeterias especializadas do mercado norte-americano.