Conhecida pela aparência polida, a influenciadora Ana Paula Siebert, 38, é frequentemente o centro de uma discussão recorrente nas redes sociais: até onde vai a liberdade pessoal e onde começa a pressão estética?
À CNN Brasil, a empresária revela que a imagem “impecável” que entrega aos milhões de seguidores no Instagram não é um fardo, mas uma extensão genuína da sua identidade.
Ainda que sua rotina de cuidados possa parecer uma obrigação contratual com a audiência, Ana rebate essa percepção com naturalidade. “Eu gosto de me arrumar, isso faz parque de quem eu sou, me dá confiança e é uma forma de expressão, sabe?
Diferentemente do que se imagina, essa característica não foi moldada por influencias externas ou pela vida pública.
“Eu me sinto melhor assim, cresci uma menina vaidosa e nunca ninguém me disse para ser assim. Eu simplesmente sou”, afirma a influenciadora, que também faz questão de humanizar sua rotina longe dos holofotes: “Mas claro, eu tenho os meus dias bem desarrumada de pijama, chinelo, sem make e eu amo!”
O mito da cobrança no casamento
Casada com o empresário Roberto Justus, Ana Paula frequentemente lida com estereótipos que projetam no marido a origem de sua busca pela perfeição visual.
Questionada sobre o maior mito que gostaria de desconstruir, ela é enfática ao apontar a falsa ideia de que sua aparência é uma exigência do parceiro.
“Talvez essa coisa mesmo de acharem que meu marido me ‘fala’ para estar sempre impecável. E, na verdade, é o contrário. O meu cuidado com a imagem vem de mim, eu e Roberto somos assim, muito parecidos”, pontua.
Segundo ela, a sintonia do casal se dá pela semelhança de hábitos, e não por imposições. “Amo me arrumar, me faz bem, me dá confiança. É uma escolha minha, não uma exigência”, reforça Ana Paula, enfatizando que a dinâmica do casal é pautada por outros valores.
“No nosso relacionamento, o que existe é respeito pela individualidade de cada um. Nunca foi sobre cobrança estética, e sim sobre apoio, admiração e parceria.”
Siebert deixa claro que o espelho é seu principal aliado, não seu juiz. A mensagem é de autonomia: a vaidade, quando nasce de dentro, deixa de ser uma pressão para se tornar uma ferramenta de bem-estar.
“Estar bem comigo mesma é algo que eu faço por mim, não para atender a expectativa dele ou de alguém”, finaliza.