O julgamento do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa Gisele Alves Santana em São Paulo, será retomado nesta segunda-feira (11/5) com o depoimento de novas testemunhas. O processo pode resultar na expulsão do oficial da corporação.

PM Gisele: amigas depõem em julgamento para expulsar tenente-coronel - destaque galeria

As oitivas começam com o depoimento de uma soldado colega de Gisele Alves, às 9h, desta segunda. Depois, às 11h, as autoridades ouvem o 1º tenente responsável pela equipe que atendeu à ocorrência. Outras duas amigas da policial morta prestarão depoimento na quinta-feira (14/5).

As oitivas acontecem por videoconferência, segundo publicação do Diário Oficial de São Paulo. O advogado do tenente-coronel, Eugênio Carlos Bailliano Malavasi, foi intimado a comparecer à audiência.

Geraldo Leite Rosa Neto é julgado por um Conselho de Justificação (CJ), que avalia se integrantes das Forças Armadas ou da Polícia Militar têm condições de permanecer na ativa diante de condutas consideradas incompatíveis com a função. O procedimento ocorre de forma independente do processo criminal, no qual Neto responde por feminicídio e fraude processual.

Na última terça-feira (28/4), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o oficial será julgado pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar.


Relembre o caso


Procurado pelo Metrópoles, o advogado do tenente-coronel, Eugênio Malavasi, afirmou que a intimação para as oitivas se trata apenas de uma “instrução processual administrativa” e que estará presente na audiência para “a garantia do contraditório e ampla defesa”.



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