Na Bolsa de Chicago, o contrato futuro da soja para entrega em julho fechou em alta de 1,32% na sessão desta sexta-feira (08), cotado a US$ 12,0800 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja teve uma sessão positiva, com a soja em grãos liderando os ganhos, avançando mais de 1% e retomando, em alguns vencimentos, o patamar acima de US$ 12,00 por bushel. “O mercado segue atento à possível visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China na próxima semana, o que alimenta expectativas de um eventual acordo comercial que pode envolver produtos agrícolas”, destacou.

No cenário climático, as condições nas lavouras norte-americanas seguem favoráveis até o momento, o que limita movimentos mais fortes de alta.

Milho

No milho, o contrato com vencimento em julho subiu 0,80% e encerrou o pregão cotado a US$ 4,7125 por bushel.

De acordo com a Granar, apesar da alta no dia, o balanço semanal do milho ainda foi negativo, interrompendo uma sequência de três semanas consecutivas de valorização. Entre os fatores de suporte estão o forte ritmo das exportações dos Estados Unidos, que cresceram 27,56% na comparação anual, e as previsões de tempo seco nas próximas semanas nas Grandes Planícies Centrais.

A situação chama atenção especialmente no Nebraska, terceiro maior estado em intenção de plantio de milho para a safra 2026/27, onde cerca de 88,15% do território enfrenta condições de seca.

Trigo

Já o trigo também encerrou em alta na Bolsa de Chicago. O contrato para julho avançou 1,10%, fechando cotado a US$ 6,1900 por bushel.

Segundo análises do mercado, o cereal segue sustentado por preocupações com o clima nas regiões produtoras dos Estados Unidos. Embora houvesse expectativa de chuvas nas Planícies nesta semana, os volumes registrados foram irregulares, mantendo o estresse sobre as lavouras de inverno.



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