A UKHSA (Agência de Segurança Sanitária do Reino Unidos) informou que um caso suspeito adicional de hantavírus foi identificado em um cidadão britânico na ilha de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul.

Dois cidadãos britânicos foram diagnosticados com hantavírus, como parte do monitoramento do surto mortal em um navio de cruzeiro de luxo, informou a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido em uma atualização nesta sexta-feira (8).

A UKHSA não forneceu mais detalhes sobre o novo caso suspeito.

Na quinta-feira (7), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA classificaram o surto de hantavírus como resposta de emergência de ‘nível 3’, o nível mais baixo de ativação de emergência, informou a ABC News, citando fontes.

Já o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que “embora se trate de um incidente grave, a OMS Avalia o risco à saúde pública como baixo.”


“A OMS continuará a trabalhar com todos os governos e parceiros relevantes para fornecer cuidados àqueles que foram afetados, proteger a segurança e a dignidade dos passageiros e prevenir a propagação adicional do vírus”, acrescentou Ghebreyesus.

Três pessoas – um casal holandês e um cidadão alemão – morreram no surto a bordo do MV Hondius. No total, cinco pessoas tiveram a infecção pelo vírus confirmada.

A previsão é de que o navio atraque em Tenerife no domingo, e a UKHSA (Autoridade de Serviços de Saúde do Reino Unido) informou que os cidadãos britânicos a bordo que não apresentarem sintomas serão repatriados e orientados a permanecer em isolamento por 45 dias.

Sete cidadãos britânicos desembarcaram do navio em 24 de abril em Santa Helena. A agência informou que dois já estão em isolamento no Reino Unido, quatro estão em Santa Helena e um foi localizado fora do Reino Unido.





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